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Dia do Patrono, José Joaquim Rodrigues de Freitas

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Por Mário Lopes (aluno da EBSRF). Fotografias pelos alunos do 6ºD e Profª Helena Salgado da EBSRF No dia 24 de Janeiro foi celebrado o dia do nosso patrono, José Joaquim Rodrigues de Freitas e o dia do aniversário do nosso Jornal etc... Comemoramos com um torneio de Voleibol realizado durante todo o dia, com diferentes escalões e aberto a todos os alunos da escola.   Fizemos uma exposição das várias edições do Jornal etc.. por toda a escola e vendemos os jornais antigos que sobraram, a preço de saldo! Fizemos uma exposição sobre camélias, uma planta ornamental muito comum na cidade do Porto e afixamos posters sobre curiosidades das mesmas. Foram oferecidas bolachas de manteiga durante todos os intervalos grandes do dia   que tinham feitas pelos alunos da escola. Parabéns RODRIGUES DE FREITAS, Parabéns JORNAL ETC... ver album de fotografias

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CONTACTO nº2 março 1969 o Jornal do Centro de Actividades Circum Escolares do LICEU NORMAL DE D. MANUEL II. ver digitalizações

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CONTACTO nº1 dezembro 1968 o Jornal do Centro de Actividades Circum Escolares do LICEU NORMAL DE D. MANUEL II. ver digitalizações

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O Jornal  Etc…  está a reunir um arquivo fotográfico ilustrativo da riqueza do património  arquitetónico , material e humano das escolas que compõem o nosso Agrupamento. Nesse sentido, apelamos a todos que fizeram parte desse histórico a cedência de imagens para visualização e partilha de todos os interessados.  Os registos em papel podem ser apresentados na  receção  da escola sede do Agrupamento ou enviados por CTT ao cuidado da equipa  Etc…  para digitalização, edição e posterior devolução dos originais. No caso de registos digitais, poderão ser enviados como anexo para o nosso endereço  eletrónico . Sempre que possível, as imagens deverão ter referência ao autor, data (ou ano  letivo ) e  respetiva  legenda. Eventualmente uma pequena descrição.  A  seleção , edição e publicação dos materiais será realizada por uma equipa do Jornal  Etc… constituída para o efeito.  O arquivo est...

1871, Rodrigues de Freitas encontra o Liceu Nacional do Porto (ou vice-versa)

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pelo Dr. Luís Grosso Correia ( Professor | Investigador do Departamento de História e de Estudos Políticos e Internacionais (FLUP). CIIE - Centro de Investigação e Intervenção Educativas (FPCEUP) Ilustração de Ana Catarina Silva (aluna do 6ºF da EBSRF) A presente reflexão sobre a relação entre José Joaquim Rodrigues de Freitas e o liceu da cidade do Porto que, em 1910, o adotou como patrono, o então Liceu da 2ª circunscrição escolar do Porto, tem como arco temporal o ano de 1871 e o de 1932. Numa cidade dominada pela avassaladora oferta privada de ensino secundário-liceal (por disciplinas avulsas ministradas em instituições privadas ou por professores independentes) e uma deprimida quantidade de alunos matriculados na única escola da rede oficial instalada na cidade do Porto, os professores do Liceu Nacional do Porto vão encetar um peculiar processo autónomo de reflexão, investigação e avaliação sobre o sentido da sua missão sócio-educativa e pedagógica a partir da década ...

Rodrigues de Freitas

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  por Sofia Almeida (aluna do 12ºF da EBSRF) iluistração por Raquel Rocha (aluna do 12ºF da EBSRF) José Joaquim Rodrigues de Freitas nasceu no Porto a 24 de janeiro de 1840 e faleceu a 27 de julho de 1896 e foi dos poucos a conseguir uma harmonia entre a política e a educação. Rodrigues de Freitas foi um importante republicano na história da política portuguesa e foi, acima de tudo, um visionário na área educativa. O legado que deixou é uma confirmação de que a política e a educação andam de mãos dadas. O político fez sempre questão de realçar o problema da educação popular, focando-se em aspetos como o direito de todos a um mínimo de instrução, a importância de uma educação com conteúdos programáticos do realismo pedagógico e a elemento fulcral que é a formação. O republicano defendia que todos os seres humanos tinham o direito a realizarem-se como indivíduos e como membros da sociedade. Rodrigues de Freitas defendeu a importância das ciências, indústria...

Porquê Escola Básica e Secundária “Rodrigues de Freitas”?

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por João Veloso (aluno do 11ºF da EBSRF) ilustração de Dânia Rodrigues (aluna do 7ºD da EBSRF) As origens da Escola Básica e Secundária Rodrigues de Freitas remontam a 1836, ano em que Passos Manuel, figura proeminente do Liberalismo Português e Ministro do Reino entre 1836-37, fez passar o decreto que consagrava a criação do Liceu Nacional do Porto. Esta escola, testemunho da omnipresente aposta dos Setembristas no ensino público, mudou frequentemente de sede. Passou pela Rua Formosa, por Santa Catarina, pelo Campo 24 de Agosto, registando a passagem pelas suas portas de figuras proeminentes, tanto mestres como discentes. No ano de 1906, passou a ser designado por Lyceu Nacional Central da 2ª Zona Escolar do Porto, rebatizado dois anos mais tarde como Liceu D. Manuel II, denominação que não duraria muito, já que, com a Implantação da República em 1910, o nome do rei deposto não parecia muito adequado para uma escola que sempre fora das mais reivindicativas e  inconformistas es...

Visita de antigos alunos do Liceu D. Manuel II

por Professor Doutor José Luís Medina (antigo aluno do Liceu D. Manuel II) Ex.ª Senhora Directora do Agrupamento de Escolas Rodrigues de Freitas: Vimos desta forma reiterar o nosso reconhecimento pela forma tão cordial e solícita como V. Ex.ª se dignou receber a nossa turma dos antigos alunos do Liceu D. Manuel II, que concluíram o ensino secundário no ano  de 1957 reconhecimento em que envolvemos as Exas professoras que se desdobraram em atenções durante a visita guiada, a qual trouxe ao de cima “o carinho comum por essa Escola”, tal como V.Exª bem referiu em resposta à nossa pronta mensagem assinalando a grande dignidade de que se revestiu o evento. E como nos foi solicitado um retábulo sobre o nosso antigo Liceu, com vista à sua eventual publicação no Jornal Escolar, vamos tentar sintetizar a nossa vivência durante aqueles sete anos da década de 50.   Comecemos por referir que a nossa visita  teve como objectivo revisitar as instalações onde durante cinc...

Bioética

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pelo Doutor Rui Nunes (antigo aluno do Liceu D. Manuel II, Professor Catedrático da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto) Quando, em 1970, Van Potter introduziu o termo “bioética” na literatura científica internacional não teve porventura a noção do impacto desta área na evolução da sociedade contemporânea. Pode afirmar-se, hoje, que a bioética atingiu a sua maturidade enquanto área científica, académica e de intervenção social, que busca incessantemente os ideais de justiça, igualdade e autorrealização pessoal. De facto, e como refere Luís Archer, a bioética eclodiu há cerca de quatro décadas como um grito de alerta vibrado por médicos e biólogos, face às incríveis possibilidades das novas tecnologias. Perante os novos poderes que a ciência dá ao homem sobre a vida e sobre si próprio, é imperioso que a sociedade tome consciência de todas as suas consequências a longo prazo e, num diálogo transdisciplinar e pluralista, aberto a um público cada vez mais info...

História dos jornais que nos contaram histórias

por Tomás Pasion (aluno do 9ºB da EBSRF) Vários foram os jornais que foram publicados na história da imprensa da nossa escola, onde constavam diversos temas gerais, como cultura e desporto e temas específicos relativos à nossa escola. O primeiro jornal “O Boletim do Liceu Rodrigues de Freitas”  teve a sua primeia edição em 1937. Neste jornal colaboravam apenas rapazes, visto que à data as raparigas frequentavam uma escola diferente. Com um formato de revista, continha 36 páginas e logo no primeiro ano saíram 3 números. Em 1954, aparece o jornal “O Mensageiro”. Este jornal tinha 12 páginas e por esta altura surgiram os anúncios publicitários na história dos nossos jornais escolares, sempre dirigido pelos rapazes da escola. Em 1968 surge o "Contacto", um jornal que integrou as primeiras raparigas. Este jornal continha anúncios e apresentava uma linguagem muito cuidada e informal, apesar de não ter uma tiragem regular.  Em 2008, com a renovação da...

Afonso Reis Cabral vence Prémio LeYa 2014 com o romance "O Meu irmão"

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por  Alexandra Azevedo (Profª da EBSRF) 17 de outubro de 2014 Hoje o dia amanheceu risonho para a nossa escola: um antigo aluno vence um importante prémio literário com o romance O Meu irmão e concretiza o seu sonho de menino, ser escritor. Afonso entrou na nossa escola aos 15 anos. Inscrito no Curso de línguas e Humanidades, estudava latim, grego e alemão. Era um apaixonado pelas palavras e pela cultura. Foi um aluno distinto. Rapaz de uma simpatia sincera, espontânea e inteligente, cedo cativou todos que lhe reconheciam capacidades: participava em conferências, apresentava a outras turmas temas que estudava e com uma turma, toda ela especial, mostrava uma escola viva. É trineto de Eça de Queirós, ascendência que o orgulhava, mas que apenas queria respeitar com a sua postura exemplar. À data, trazia na manga um trunfo, a  publicação de  um livro de poesia,   Condensação , que juntou  professores e alunos  no dia...

Visita aos arquivos da escola

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por Tomás Pasion (aluno do 9ºA da EBSRF) No dia 21 de novembro, os alunos do 12ºF da E.B.S.R.F.  e uma equipa de reportagem do jornal Etc... fizeram uma visita aos arquivos da Escola Básica e Secundária Rodrigues de Freitas. Os visitantes puderam conhecer a "cave" de acesso restrito que é bastante grande e encontra-se devidamente organizada, albergando vastíssimos registos escolares, sendo que os mais velhos remontam ao ano de 1860.  Desde dessa altura foram guardados os registos dos antigos alunos do Liceu do Porto, do Liceu D.Manuel II e contando também com os antigos e atuais ficheiros dos alunos do Agrupamento de Escolas Rodrigues de Freitas. Entre aqueles que já frequentaram a escola destacam-se vários nomes, entre eles o de Francisco Sá Carneiro. Além dos arquivos dos ficheiros dos alunos, este local contém livros e enciclopédias antigas, cadernetas dos ex-alunos, apontamentos de aulas, “papelada” da antiga e atual secretaria, fotografias e descriçã...

Retrato de um escritor quando mesmo muito jovem

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Aos 24 anos, Afonso Reis Cabral é o mais novo vencedor do Prémio Leya. Cem mil euros com um romance duro sobre um tema que tinha tudo para dar errado. O que é que deu certo? O autor fala pela primeira vez de O Meu Irmão e de uma herança de que não se sente herdeiro: “Espero que não me comparem a Eça.” ver +  (com vídeo)

Afonso Reis Cabral. Eça árvore genealógica não explica tudo

Tem nome de conquistador e conquista mesmo. Com apenas 24 anos, Afonso Reis Cabral arrecadou o Prémio Leya, com o romance "O Meu Irmão" .  É verdade que é trineto de Eça de Queiroz, mas a genética, por si só, não dita as regras do jogo. Será que o autor de "Os Maias" sabia traduzir grego antigo? É que o trineto sabe.   ver +